Será que as empresas estão preparadas para a 2ª vaga da pandemia?

É sabido que esta pandemia já veio lançar alguns desafios tecnológicos às empresas, que se viram obrigadas a se digitalizar para que o seu funcionamento fosse adaptado e quase interrupto, mas como será numa 2ª vaga? 

Para além de todos desafios de transformação digital que vieram reestruturar os negócios, para: 

  • Comunicação interna efetiva – seja através de chats empresariais, partilha de documentos e emails empresariais, com acesso garantido a soluções Cloud, seja através da utilização da Internet em mobilidade, que passou a ser essencial; 
  • Comunicação externa – vídeo- conferencia para reuniões com clientes, soluções de realidade virtual (que se aplicou muito bem ao ramo do imobiliário); 
  • Soluções para permitir o desenvolver dos negócios que ficaram parados, nomeadamente, plataformas de venda digital (loja online), soluções para a mobilidade dos estudantes, soluções digitais para registo de ponto de funcionários, IOT que veio facilitar registos que até agora eram humanos, soluções de internet para teletrabalho, entre outras; 
  • E de segurança – que permitam garantir os sistemas acima – seja a nível da rede seja a nível dos equipamentos físicos. 

Acresce, nesta 2ª vaga: 

  • A continuação, cada vez mais preparada, de um sistema de corrupção e ataque de todas as redes não preparadas devidamente, a fim de roubar dados e lucrar com o alheio. Ou seja, os crimes de roubo passaram também a ser digitais à medida que as empresas também se tornaram – maior necessidade de implementação de redes seguras para acesso ao sistema central e sistemas de segurança efetivos. 
  • Nota-se até um certo ponto uma necessidade maior de incentivar equipas, pois o teletrabalho trouxe também um certo comodismo a uma forma de trabalhar sem horários ou regras – mais contato e medição efetiva do tempo de trabalho e resultados, pois o distanciamento trouxe carência pessoal que trabalha diretamente na maneira como o individuo se comporta e que resultados traz. 
  • Uma adaptação a novas regras de convívio, que possibilita preparar os espaços físicos com medidores de temperatura corporal por exemplo, contadores de pessoas em lojas através de sistemas de IOT. 
  • Manter o serviço (vendas, comunicação) com os clientes interrupto.

Então,

é inegável que fomos empurrados para o digital e que já não há volta a dar. O funcionamento dos serviços e negócios será daqui para à frente muito mais à distância e automatizado. 

Então a preparação não será só para uma segunda vaga mas para uma reestruturação de funcionamento e de hábitos de compra, comunicação e venda. 

Teremos de fazer crescer uma maleabilidade de funcionamento que nos permita “defender” de pandemias, crises, hackings. 

A tecnologia pode ajudar os negócios de cada um, a crescer nesta nova realidade ou até a perspetivar outras realidades adaptadas que até agora não tinham sido observadas como oportunidades. Tanto em termos de negócio propriamente dito, como em termos laborais, e, a partir de teletrabalho, manter pessoas e equipas motivadas. 

A importância de tomar decisões tecnológicas já, como resposta, em vez de reação, aos acontecimentos, como aconteceu na 1ª fase, é uma forma de, não só manter o próprio negócio como também influenciar a maneira como trabalhadores e clientes confiam na sua empresa. 


Brasfone é o parceiro Vodafone líder a nível de Transformação Digital, e que nesse sentido temos consultores abertos a discutir todas estas questões inerentes às  empresas, com análise e soluções adaptadas a cada negócio e sector. 

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